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Alckmin: democracia versus ditadura nas eleições

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que é natural um país como o Brasil ter vários candidatos a cargos majoritários. A declaração foi dada em Brasília, nesta quinta-feira, 2, após perguntas sobre a candidatura de Ronaldo Caiado (PSD) à Presidência da República.

Alckmin ponderou, no entanto, que no futuro será necessário reduzir o número de partidos políticos. Ele justificou dizendo que “há um pluri, um multipartidarismo exagerado”. O comentário foi feito durante uma conversa com jornalistas.

Questionado sobre pesquisas eleitorais que apontam o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente respondeu: “Pesquisa é momento. Na maioria das pesquisas, o Lula está na frente”.

Ele acrescentou que o que vai valer de fato é o período após o início da campanha eleitoral. “A campanha é o momento alto da vida pública. Porque você vai poder comparar. Você vai poder comparar governos”, disse Alckmin.

Em seguida, ele afirmou que a comparação deve ser feita em todos os setores, incluindo o meio ambiente e a defesa da democracia. “Nós salvamos a democracia. Isso é a realidade. Então, democracia versus ditadura, autoritarismo. Aliás, quem defende ditadura não devia nem ser candidato. Se não acredita no povo, para que disputar?”, questionou.

O vice-presidente finalizou dizendo: “Estamos preparados para no momento adequado fazer a comparação”. As informações são do Estadão Conteúdo.

Sobre o autor: Nilson Tales Guimarães

Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30 anos, decidiu dedicar-se ao seu livro, que está para ser lançado, sobre as Táticas Indústrias de grandes empresas. Encara como hobby a escrita dos artigos no Revista Rumo e vê como uma oportunidade de se aproximar da nova geração.

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