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4 praias de Natal impróprias para banho

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Quatro trechos de praia em Natal estão impróprios para banho, de acordo com o boletim de balneabilidade divulgado nesta sexta-feira, 3 de abril, pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema). O relatório também apontou outros dois pontos na Região Metropolitana que não estão aptos para os banhistas.

Os locais considerados impróprios são os seguintes: Ponta Negra (trecho do Morro do Careca), em Natal; Areia Preta (Escadaria de Mãe Luíza), em Natal; Praia do Forte, em Natal; e Redinha (trecho do Rio Potengi), também na capital potiguar. Na região metropolitana, os pontos afetados são o Rio Pirangi-Pium (Balenário Pium), em Parnamirim, e a Foz do Rio Pirangi, em Nísia Floresta.

A avaliação de balneabilidade é feita regularmente pelo Idema, que coleta amostras de água para análise. Um ponto é considerado impróprio quando a quantidade de bactérias indicadoras de contaminação, como coliformes termotolerantes, ultrapassa o limite estabelecido pela resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Vale destacar que a condição de um trecho específico de praia não se estende necessariamente a toda sua extensão. O próprio boletim indica que, em Ponta Negra, por exemplo, os trechos do acesso principal, da Rua C. G. Teixeira – Escadaria e da Rua M. S. Medeiros foram avaliados como próprios para banho.

A recomendação para os banhistas é que evitem o contato com a água nos trechos sinalizados como impróprios, pois há risco de contrair doenças como gastroenterites, problemas de pele e infecções nos ouvidos, olhos e garganta. A ingestão da água contaminada representa o maior perigo.

O resultado da balneabilidade é uma ferramenta importante para a população e para o poder público, orientando sobre a segurança dos banhos e auxiliando na identificação de possíveis fontes de poluição hídrica. O monitoramento constante das praias é uma ação de saúde pública e de proteção ambiental.

Nilson Tales Guimarães
Nilson Tales Guimarães

Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30…